sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Morre o excelentíssimo ex-secretário da Receita Federal Osiris Lopes Filho e fica o seu legado

Lopes Filho comandou a Receita Federal entre 1993 e 1994. Era crítico mordaz da carga tributária e fiscalizou os ricos.

O advogado tributarista e ex-secretário da Receita Federal Osíris Lopes Filho morreu nesta quinta-feira (26), às 8h30, no hospital Santa Lúcia, em Brasília, por complicações decorrentes de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que sofreu na última semana. Ele tinha 69 anos.

Osíris Lopes Filho capitaneou a Receita Federal entre 1993 e 1994, durante o governo do ex-presidente Itamar Franco, e conseguiu elevar em 50% a arrecadação no período, mas sem aumentar a carga tributária - que foi mantida em 22% do PIB. Também criou os Centros de Atendimento ao Contribuinte (CAC's)

Ele deixou o comando da Receita Federal em 1994 após ter sido impedido de cobrar imposto de importação sobre o excesso de bagagem da seleção brasileira de futebol, que retornava, naquele momento, dos Estados Unidos (EUA) com o tetracampeonato mundial.

Um homem como esse merece o acompanhamento do seu corpo pelo povo sendo carregado por um caminhão do Corpo de Bombeiros. Do mesmo jeito como fazem com atletas paparicados pelo governo com nosso dinheiro quando ganham alguma medalha ou troféu por algum campeonato vencido. Mas como é de costume, esse povo brasileiro, definitivamente não sabe dar valor a quem merece mesmo.

Sempre ouvia do meu Pai na época da gestão do “Professor Osíris” que este sim era um homem que a política corrompida e egoísta brasileira precisava, pois foi um dos poucos secretários a aumentar a arrecadação com uma maior e mais rígida fiscalização dos sonegadores, além de aumentar alíquotas e inventar mirabolantes tributos. E principalmente, fiscalizava com muito mais rigor os ricos e abastados do que os pobres e pequenos empresários quase sempre à beira da falência.

Deixo aqui os meus parabéns ao senhor, “Professor Osíris”, por sua vida íntegra e voltada ao combate da promiscuidade e meu pedido a Deus para o envio de um substituto de Vossa Senhoria com urgência. Porque aturar o Mundo Ilusório e Maravilhoso do Ministro Mantega e seu superior, o Presidente Lula, não dá mais.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Olha o Carnaval aí gente...chora cavaco.

Carnaval 2009. Nada mais me comove.


É gente, o Carnaval chegou e não vejo a hora dele acabar. Já foi tempo que eu contava nos dedos a hora de pular de alegria, mas a vergonha na cara bateu em minha porta e eu abri...Cansei de enfrentar engarrafamentos de mais de 10 horas na Via Lagos pra depois ainda ter que mergulhar em águas sujas e super povoadas de Barra de São João, Rio das Ostras, Cabo Frio e outros mais. É muita confusão. Achar vaga pr carro é missão de agente especial da Nasa. Comprar pão de manhã é quase impossível e cerveja gelada no quiosque à noite tornou-se um sonho. Sem contar a falta de m momento de paz na casa onde está hospedado para pelo menos ler um jornal inteiro. As pessoas acham que você tem que beber cerveja, ouvir samba-enredo e comer churrasco 24 horas por dia. Não dá poxa. Meu corpo e minha mente precisam de um descanso. Entendam-me. Eu casei. Preciso de m pouco de paz de vez em quando senão enlouqueço. De verdade gente. Ou você pensa que é fácil a vida de um recém casado. Mas pra não fugirmos do assunto Carnaval, voltemos a ele e sigam meu conselho caros leitores de meu Blog. Deixem suas máscaras de carnaval caírem e aproveitem o melhor do Carnaval que é a distância dele. Se a praia está cheia, suba a serra. Se a feira é insuportável, vá ao shopping. E se todos os amigos estão enchendo a cara pra depois sair de piranha na rua, vá também, porque se divertir um pouquinho não faz mal, mas não se entregue de vez cidadão. Juízo. O Carnaval só dura 4 dias. O ano inteiro dura 365 dias. E você vai precisar de um pouco de vergonha na cara e dinheiro no bolso pra sobreviver nele.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O metrô é um horror.

Estação Pavuna do Metrô Rio.
Dia 02.02.2009, segunda-feira, chego na plataforma do metrô da Pavuna com o intuito de embarcar na condução e chegar ao Centro da Cidade do RJ. Só não imaginava o quanto ia sofrer para fazer um trajeto tão comum nos dias de hoje para 1 milhão de pessoas que diariamente fazem o que fiz, de acordo com uma propaganda pendurada na parede da estação. O que me deixou perplexo foi a falta de educação dos usuários da condução. Mal o carro encosta, já começa um empurra-empurra desenfreado para ficar no meio da porta. Quando abrem-se as portas, aí vira um pandemônio, idosos, crianças, gestantes, deficientes e pessoas que não se enquadram em nenhuma dessas categorias, como eu, são empurradas e jogadas de um lado para o outro sem qualquer cuidado para que não se machuquem. E isso tudo apenas para disputar a vaga em um assento. Quem senta nos bancos preferenciais para idosos, deficientes e gestantes, ignoram completamente a palavra preferencial nas plaquinhas supramencionadas, abrem seus jornais Meia Hora e fingem não estarem vendo os preferenciados. O que me deixa duvidoso também é como demoram tanto para ler este jornalzinho, pois um dia comprei-o, comecei a ler na estação Pavuna e acabei na estação Acari. Demorei uns 10 minutos. Pensei até em precessá-los exigindo a troca do nome para 10 minutos. Voltanto ao assunto do assento laranja, chega a ser chocante. Sem contar a falta de bom senso em soltarem flatulências mesmo com o vagão super lotado, deixando sufocante o ar que tenta-se respirar ali dentro. Tendo dias como esse em minha vida, desisto completamente de sonhar em morar numa cidade em que as pessoas tenham pelo menos o item básico de sobrevivência harmoniosa que é: bom senso, educação e gentileza. Mas fazer o quê né, nada como um dia após o outro, e eu lá de novo indo sofrer com aquele meio de transporte que já foi a esperança de um mundo melhor, pois afinal de contas o curso que estou fazendo no centro vai até quinta-feira e só sexta-feira me verei livre deste tormento. Sorte para os que dependem dele diariamente e vergonha na cara para quem senta no banquinho laranja e não levanta quando se manda.