Lopes Filho comandou a Receita Federal entre 1993 e 1994. Era crítico mordaz da carga tributária e fiscalizou os ricos.O advogado tributarista e ex-secretário da Receita Federal Osíris Lopes Filho morreu nesta quinta-feira (26), às 8h30, no hospital Santa Lúcia, em Brasília, por complicações decorrentes de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que sofreu na última semana. Ele tinha 69 anos.
Osíris Lopes Filho capitaneou a Receita Federal entre 1993 e 1994, durante o governo do ex-presidente Itamar Franco, e conseguiu elevar em 50% a arrecadação no período, mas sem aumentar a carga tributária - que foi mantida em 22% do PIB. Também criou os Centros de Atendimento ao Contribuinte (CAC's)
Ele deixou o comando da Receita Federal em 1994 após ter sido impedido de cobrar imposto de importação sobre o excesso de bagagem da seleção brasileira de futebol, que retornava, naquele momento, dos Estados Unidos (EUA) com o tetracampeonato mundial.
Um homem como esse merece o acompanhamento do seu corpo pelo povo sendo carregado por um caminhão do Corpo de Bombeiros. Do mesmo jeito como fazem com atletas paparicados pelo governo com nosso dinheiro quando ganham alguma medalha ou troféu por algum campeonato vencido. Mas como é de costume, esse povo brasileiro, definitivamente não sabe dar valor a quem merece mesmo.
Sempre ouvia do meu Pai na época da gestão do “Professor Osíris” que este sim era um homem que a política corrompida e egoísta brasileira precisava, pois foi um dos poucos secretários a aumentar a arrecadação com uma maior e mais rígida fiscalização dos sonegadores, além de aumentar alíquotas e inventar mirabolantes tributos. E principalmente, fiscalizava com muito mais rigor os ricos e abastados do que os pobres e pequenos empresários quase sempre à beira da falência.
Deixo aqui os meus parabéns ao senhor, “Professor Osíris”, por sua vida íntegra e voltada ao combate da promiscuidade e meu pedido a Deus para o envio de um substituto de Vossa Senhoria com urgência. Porque aturar o Mundo Ilusório e Maravilhoso do Ministro Mantega e seu superior, o Presidente Lula, não dá mais.







